
Radiografia mostrando implante de Stimoceiver
Stimoceiver foi o que fez José Manuel Rodriguez Delgado, um fisiologista espanhol com formação na Universidade de Madri e que, quase na primeira metade do séc. XX, foi convidado a participar de determinados estudos na Universidade de Yale (a “casa” de sociedades secretas como Skull & Bones e Scroll & Keys), em New Haven, Connecticut, Estados Unidos, vindo, posteriormente, a se tornar Diretor de Neuropsiquiatria. Mas o que é Stimoceiver?
O que é Stimoceiver?
Falando objetivamente, o Stimoceiver é uma invenção para estimular emoções e controlar comportamentos. Nas primeiras experiências (que, obviamente, foram feitos com animais não humanos) o stimoceiver era um chip de computador, operado via controle remoto com emissões de ondas de rádio, que foi usado para estimular diferentes regiões do cérebro e, consequentemente (o que era o propósito dos experimentos e da construção do aparelho), produzir determinados comportamentos na criatura participante do experimento.
Stimoceiver e o touro
Um dos experimentos mais famosos de José Manuel Rodriguez Delgado foi o controle de agressividade/ataque de um touro, que aconteceu, pasmem, em 1963 – outro fato que corrobora a “teoria” de que órgãos governamentais e/ou instituições financiadas por eles possuem tecnologia 50 anos à frente da apresentada e usada pelo “povão”.
Neste experimento com o touro (que teve até artigo publicado no New York Times) – com um implante de Stimoceiver no cérebro, obviamente -, Delgado ficou face a face com o animal em uma arena. Balançou algumas vezes o tradicional pano de toureiro para o animal e, no momento em que este veio enfurecido em sua direção, José Manuel apertou um botão do controle que estava em sua mão, fazendo com que o touro , nas palavras do próprio cientista, “perdesse seu instinto de agressividade”.
Stimoceiver em humanos
Não surpreendentemente, as pesquisas avançaram a seara de atuação em animais de experimento e o stimoceiver começou a ser testado com cobaias humanas. Nestes “estudos” as pessoas tinha emoções/comportamentos produzidos pelo Stimoceiver, tendo ações banais, como falar, até gestos de agressividade, como ataques controlados.
Na publicação “The Journal of Nervous and Mental Disease”, Vol. 147, No. 4, de 1968, foi publicado um artigo, “Intracerebral Radio Stimulation and Recording in Completely Free Patients” (que pode ser visto nesta página, inclusive com algumas fotos da “paciente” Julia, usada para os experimentos), do próprio Rodriguez Delgado, com algumas explicações e comprovações de que o uso do Stimoceiver é mesmo possível em seres humanos e produz resultados reais e satisfatórios.
As pesquisas com o Stimoceiver pararam?
Essa é justamente a pergunta que faço, querido leito: na sua opinião, será que as pesquisas com o Stimoceiver pararam? Uma tecnologia que dá o poder àqueles que a detém de controlar as emoções e comportamentos humanos, deixaria de ter continuidade e pararia de ser estudada e aprimorada? Será que governos e pessoas acima dos governos deixariam de ter interesse em tal tecnologia?
Reflita…




Veja o site: https://sites.google.com/site/controlemental que informa como é possivel controlar funções cerebrais e comportamento com tecnologia um pouco mais aprimorada que o stimociver.