Arquivos para a Categoria 'Prática da Conspiração'

A falsa morte de Bin Laden

Muitos daqueles que já sabem que o mundo em que vivemos é baseado em mentiras estão percebendo: a coisa está ficando cada vez mais descadara! As muitas e muitas mentiras que inventam para explicar, motivar e justificar as ações que auxiliam a implantação da Nova Ordem Mundial está ficando cada vez mais evidentes e, por consequencia, mais e mais pessoas as estão percebendo e denunciando.

Vocês podem ter estranhado o título deste artigo. “Como assim, Bin Laden ainda está vivo?”. Não, não. Ele realmente está morto. A “falsa morte” refere-se ao fato de isso estar sendo posto como algo que aconteceu recentemente e não fato ocorrido já há algum tempo atrás.

Vejam este vídeo legendado de Alex Jones mostrando provas de que Bin Laden já estava morto há anos e, por motivos estritamente políticos (pró Nova Ordem Mundial) essas encenações, mentiras e falsas provas foram espalhadas pela mídia comprada do mundo. Assista com atenção e comprove por si, mesmo, através das fontes mostradas!

Pesquisem, colegas! As evidências mostradas no vídeo são fortes, mas, neste curto espaço de tempo, não é possível abranger todo o assunto. Pesquise e descubra, preencha as lacunas por si, mesmo!

Band, CQC e simbologia Illuminati

Para os que estão por dentro do assunto Nova Ordem Mundial e acompanham os artigos do Pensando Nisso, não é nenhuma novidade que os Illuminati, com seus movimentos de “New World Order” estão presentes em todas as partes do mundo. Inclusive no Brasil, claro!

Pode parecer que não, mas eles estão fortemente presentes no Brasil, não surpreendentemente fazendo suas “campanhas” na mídia tradicional e morderna, valendo-se de sua simbologia e ideologia. Já demos exemplos disso ao mostrar alguns “detalhes” do comercial Chilli Beans 2011.

Também, como era de se esperar, estão presentes nas esferas jurídicas, como aponta o Blog Anti Nova Ordem Mundial, em artigo que mostra denúncia feita pelo Juiz de Direito da 2ª Vara Cível de Juiz de Fora (MG), Luiz Guilherme Marques, sobre o fato de Sociedades Secretas estarem infiltradas no judiciário.

Na última semana, todos os brasileiros que assistem à Band foram “agraciados” com a simbologia Illuminati: usando as boas, velhas e eficientes mensagens subliminares, as vinhetas e cortes das reportagens do programa CQC, em sua “nova temporada”, estão repletas de pirâmidas, triângulos, olhos, pirâmides com olho e outras variações.

Como sempre dizemos por aqui e é dito em muitos outros lugares, temos que ficar muito atentos a estes assuntos, principalmente quando o “ambiente” é a televisão. Eis que vemos o que realmente está por trás de tantas reportagens “legais” que, supostamente, são de utilidade pública: disseminar e fazer com que a população se acostume e aceite a simbologia/ideais Illuminati!

Como diria Cidinha Campos: “Quanto mais querido, mais corrupto”.

PS: Para não sermos taxados “conspirólogos” e mostrar que podemos estar enganados, perguntamos a Marcelo Tas do que se trata tal simbologia. Até o momento da publicação deste artigo, não obtivemos resposta.

Bilderberg 2.0: líderes mundiais de tecnologia na Casa Branca

Recentemente, aconteceu um jantar na Casa Branca que reuniu alguns dos nomes mais importantes quando o assunto é tecnologia. E não estamos falando de meros diretores ou gerentes, é realmente a “nata” das empresas de tecnologia e internet do mundo! Alguns nomes são:

Dentre outros nomes de menos prestígio, mas igualmente importantes para essa “reuniãozinha”. Para os mais céticos, vejam esta imagem, diretamente do flickr oficial da Casa Branca.
Se você não sabe quem é quem na foto, talvez isso possa ajudar:
Bilderberg 2.0: líderes de tecnologia na Casa Branca

Comemoração do último resultado do campeonato de futebol americano

Faltou o tão aclamado e arrastador de multidões fundador da Microsoft, mas Bill Gates já faz suas próprias reuniões

WikiLeaks, Julian Assange e Regulamentação e Imposto da Internet

Assistam aos 3 vídeos abaixo para conhecer uma “nova perspectiva” sobre o WikiLeaks e Julian Assange. Neste mundo, meus amigos, muita coisa que parece, não é…

CALEA: governos podem requisitar dados de usuários para empresas de internet

Alguma surpresa?

De acordo com uma reportagem do New York Times publicada na terça, 16, o FBI, o Escritório Federal de Investigação dos EUA, se reuniu com as grandes empresas de tecnologia do Vale do Silício, entre elas Google e Facebook. O assunto era sobre a ampliação de uma lei que as obrigaria a monitorar seus usuários e informações, e oferecê-las ao Estado sempre que requisitadas.

Eu posso confirmar que o diretor do FBI Robert Mueller visitou o Facebook durante sua viagem ao Vale do Silício”, disse ao jornal norte-americano Andrew Noyes, o gerente de políticas públicas do Facebook. Michael Kortan, um porta-voz do FBI, também confirmou os encontros ao New York Times, mas não divulgou o tema das conversas.

O diretor do FBI Robert S. Mueller e a conselheira Valerie Caproni foram os porta-vozes de um movimento maior que envolve inclusive a Casa Branca. Segundo o The New York Times, uma força-tarefa montada por membros da administração Obama está tentando criar uma legislação sobre o tema e enviá-la ao Congresso no próximo ano.

A tal lei que almejam ampliar é de 1994 e é conhecida como CALEA (Communications Assistance for Law Enforcement Act), que obriga as empresas de telecomunicações a colaborar com a aplicação de leis. A proposta de mudança incluiria a obrigatoriedade a interceptações de informações criptografadas e encaminhamento delas ao Estado.

Se os objetivos forem alcançados, as empresas teriam de criar uma infraestrutura em solo americano que permitisse a interceptação de dados que partiram de países estrangeiros.

Segundo o jornal, o Departamento Comercial e o Departamento de Estado americanos questionaram a movimentação ao redor da lei, apontando áreas que poderiam ser afetadas como a inovação tecnológica. Eles também alertam para a possibilidade de países com governos repressivos usarem a mesma política para identificar inimigos políticos, ou qualquer outra ação que violasse a privacidade dos civis.

O Google não comentou o caso para o jornal.

Via Estadão.