
Uma das mais usadas estratégias dos “gaysistas”, na grande maioria das vezes ante sua falta de razão e argumentos numa discussão ou conduta que, segundo suas próprias interpretações subjetivas, é chamar alguém homofóbico. Aliás, o próprio “movimento” e “luta por direitos” dos homossexuais já deveria ser considerado, no mínimo, alguma contravenção penal, mas isso é assunto para outro dia…
Se alguém é chamado “homofóbico” ou disserem que a pessoa tem preconceito e/ou não gosta da “classe gay”, a pessoa simplesmente tenta argumentar e se justificar, colocando-se em posição de defesa, não mais podendo continuar com seus argumentos ou condutas normais – pois a estratégia é justamente essa, desviar do assunto principal que, qualquer pessoa acima do nível de semi-analfabetismo, sabe que é infundado.
Mas atenção: caso alguém lhe chame de homofóbico, você tem o direito de processar esta pessoa! E não estou falando moralmente, estou falando legalmente! Segundo Olavo de Carvalho (que considero um dos maiores pensadores da atualidade) mostra:
Toda e qualquer acusação de “homofobia”, se não dirigida a autor comprovado de crime violento contra homossexuais, é crime de injúria, difamação e calúnia, acrescido do uso fraudulento da justiça como instrumento de perseguição política.
Portanto, àqueles que já sofreram tais crimes de injúria, calúnia, difamação (conhecidos como Crimes contra a Honra) ou, infelizmente, uso fraudulento da justiça como instrumento de perseguição política (em outras palavras, o gay usou as autoridades para fazerem valer um falso direito), a partir de agora, prestem atenção! Se alguém chamar você de homofóbico, processe!
Vejam o artigo, na íntegra, e percebam que é datado de 2007! Há anos o “movimento” já está injuriando, difamando e caluniando as pessoas e praticamente ninguém sabe disso. Divulgue este artigo e ajude a proteger algum amigo ou parente seu que, infelizmente, também pode ser vítima desses crimes…
O dicionário Longman’s, um dos mais atualizados da língua inglesa, define “homofobia” como “medo e ódio aos homossexuais”. O termo foi introduzido no vocabulário do ativismo gay pelo psiquiatra George Weinberg, no livro Society and the Healthy Homosexual (New York, St, Martin’s Press, 1972) para designar o complexo emocional que, no seu entender, seria a causa da violência criminosa contra homossexuais.
Até hoje os apologistas do movimento gay não entraram num acordo sobre se existe ou não a homofobia como entidade clínica, comprovada experimentalmente. Uns dizem que sim, outros que não.
O que é absolutamente impossível provar, por meios experimentais ou por quaisquer outros, é que toda e qualquer rejeição à conduta homossexual seja, na sua origem e nas suas intenções profundas, substancialmente idêntica ao impulso assassino voltado contra homossexuais.
No entanto, é precisamente isso o que o termo significa quando aplicado ao Papa, ao deputado Clodovil Hernandez ou a qualquer outro cidadão de bem, hetero ou homo, que sem nem pensar em agredir um homossexual se limite a expressar educadamente suas reservas, já não digo nem quanto ao homossexualismo em si, mas simplesmente quanto às pretensões legiferantes do movimento gay . Em seu livro A History of Homophobia , que pode ser lido na internet , o ensaísta Rictor Norton, um apologista da homossexualidade, é bem franco sob esse aspecto: “Com muita freqüência, a palavra ‘homofobia’ é apenas uma metáfora política usada para punir.”
“Homofóbico” é termo que só pode ser usado de maneira descritiva e neutra quando referido estritamente aos criminosos que o dr. Weinberg tinha em vista ao cunhar a expressão. Aplicado a quaisquer outras pessoas, é propositadamente pejorativo e insultuoso. Foi calculado para ferir, humilhar, rebaixar, intimidar – e, pior ainda, para fazer tudo isso com base na inflação metafórica de um termo médico que nem mesmo na sua acepção originária correspondia a uma realidade comprovada. Não é só um insulto. É um insulto e uma fraude. Mas, uma vez que o uso repetido tenha dessensibilizado o público de modo a que ele não perceba a fraude, passa-se à etapa seguinte do embuste: associada a mera expressão racional de opiniões a uma conduta psicopática e assassina, trasmuta-se o sentido metafórico em sentido literal, e a suposição insultuosa se torna prova do crime: toda e qualquer objeção às exigências do movimento gay será punida com pena de prisão.
A gravidade do insulto, em si, é monstruosa, e qualquer pessoa que o sofra pode e deve processar criminalmente o atacante antes que este, usando seu próprio crime como prova contra a vítima, a processe por “homofobia”. Toda e qualquer acusação de “homofobia”, se não dirigida a autor comprovado de crime violento contra homossexuais, é crime de injúria, difamação e calúnia, acrescido do uso fraudulento da justiça como instrumento de perseguição política.
Se as vítimas dessa fraude não reagirem contra ela, acabarão indo para a cadeia por motivos metafóricos.
“Metáfora Punitiva”, por Olavo de Carvalho – Diário do Comércio (editorial), 23 mai 2007
Com a palavra, O Mascarado
E, se mesmo assim, você ainda ficou na dúvida consigo, mesmo, questionando suas próprias atitudes num pensamento “Mas será que eu realmente não sou um pouco homofóbico?”, infelizmente você está cedendo à pressão desse “movimento” absurdo! Mas se esse é o seu caso, não precisa ficar com peso na consciência. Veja o que tem a dizer O Mascarado, em “Desmistificação da homofobia”.



