Arquivo para novembro 2010

Comercial Chilli Beans 2011: simbologia Illuminati da Nova Ordem Mundial

Essa é fresquinha, começou a passar na TV faz pouco tempo. Para os que acham que “eles” não tem força também no Brasil, aí estão as evidências. Vamos começar assistindo ao comercial na íntegra:

A maioria dos trabalhos que eles fazem são bonitos, isso temos que admitir. Mas essa beleza toda é justamente um dos artifícios usados para “seduzir” as pessoas menos atentas. Se você já acompanha o Pensando Nisso há algum tempo e/ou conhece outros sites/blogs sobre o assunto, já deve ter identificado a simbologia Illuminati da Nova Ordem Mundial de primeira. Se não for o caso, aí vão algumas dicas.

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Comercial Chilli Beans 2011: simbologia Illuminati da Nova Ordem Mundial

Logo no início já vemos o famoso Olho Que Tudo Vê. Tatuagem muito comum em índias brancas de florestas tropicais que colhem pimentas diretamente em árvores, diga-se de passagem.

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Aos 14 segundos aparecem 2 imagens que, aparentemente, são “inofensivas”. Uma pessoa com o terceiro olho e, logo depois uma pirâmide. Mas acontece uma mudança de cena muito rápido, e se pegarmos o frame antes e o frame depois da transição…

Comercial Chilli Beans 2011: simbologia Illuminati da Nova Ordem Mundial

É isso, meus amigos! Alguém já viu uma pirâmide com um olho no topo antes? Eu mesmo, acho que vi pela primeira vez…

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Comercial Chilli Beans: simbologia Illuminati da Nova Ordem Mundial

Esfinges relacionadas a naves espaciais num planeta vermelho… Peraí, peraí, aquilo lá no fundinho seria a Terra? Não, não, impressão minha…

Comercial Chilli Beans 2011

Esse comercial ainda tem muitas outras conotações, como incitação à sexualidade, cigarros e muitos outros, mas somente as cenas evidenciadas já dão uma noção.

É, no mínimo, “curioso” o fato de que a maioria das pessoas não atenta para o fato de esse tipo de simbologia está presente em todos os lugares, principalmente e mídia! Eu sei, mais ou menos, como funciona o “esquema”, mas é realmente surpreendente as pessoas verem os mesmos “deseinhos” em comerciais, filmes, dinheiro, propaganda, livros, artistas, etc, etc, e continuarem pensando que é tudo teoria da conspiração!

Se você está lendo isso e pensando “Nossa, que grandessíssimo besteirol!”, simplesmente comece a reparar mais no mundo que você julga “normal”… Talvez você se surpreenda!

E você, que não gosta mais de dormir até tarde, ajude o Pensando Nisso a divulgar as verdades do mundo! Indique um comercial, propaganda, apresentação de artista, ou o que for, que contenha essas simbologias para que possamos fazer uma análise de cenas e publicar no blog!

Até as próxima “revelações”!

O Cristão Falso

E lá vai o cristão falso tomar banho, se arrumar, trocar de roupa, brigar com os filhos, para irem na igreja falsa, para se encontrarem com o deus falso que habita lá, naquele lugar de arquitetura tão estranha.

E estando lá, tudo é sagrado e diferente, e eles cantam maravilhosos louvores falsos de linguagem dúbia ocultista para deus falso que habita lá.

E o sacerdote falso, vestido de terno escuro como um bom ocultista, vai até a frete, e faz um belo discurso, intercalando suas palavras com citações da Palavra-de-Deus-falsa, afinal, ele é um divino mensageiro falso, e o povo tem de acreditar nele.

Ele pega no livro falso, cujo texto grego é provavelmente falso, e que foi traduzido manipuladamente por um sacerdote falso, e impresso na gráfica das sociedades secretas e grita: “Essa é a Palavra de Deus perfeita, e nós somos fundamentalistas”, e inspira emoção e confiança nos cristãos falsos, pois sonham que o templo falso deles é o único “verdadeiro” em todo o planeta terra. Uma exclusividade falsa.

Temos uma igreja falsa, que apóia um Israel falso, habitado 80% por hebreus falsos, tudo encabeçado por pessoas que venderam a alma ao diabo.

Mas o sacerdote falso nem se preocupa em pensar no assunto, afinal, há apologistas que queimam neurônios gratuitamente para defender a falsidade deles, pra que se incomodar?

E em seu sermão falso, que edifica falsamente os cristãos falsos, pede para os fiéis serem bons, não serem ruins, e pede dinheiro, para sustentar o seu sacerdócio falso, para o pregador falso que está lá longe fazendo turismo em terras exóticas, e para o seminarista que magicamente será transformado em um sacerdote falso no futuro, pois ele vendeu seus bens para ter a oportunidade de aprender com outros sacerdotes falsos mais velhos, todos daquela mesma denominação falsa, naquele seminário fundado por aquela sociedade secreta que veio da Babilônia.

No fim do culto falso, o cristão falso cumprimenta os outros cristãos falsos, e tenta demonstrar toda a sua preocupação falsa para com os outros que vão lá, sempre mostrando sua santidade falsa.

No fim, todos vão embora da igreja falsa, chegam em casa, fazem uma coisa ou outra, e vão dormir, pois estão cansados da falsidade do dia.

No outro dia, eles terão de trabalhar duro, para o banco no final do mês mudar os números que aparecem lá na tela do computador, no sistema do banco.

E após cair da noite, enquanto os cristãos falsos estão distraídos em casa assistindo as notícias falsas, forjadas e exibidas por instituições de imparcialidade falsa, e apresentadas membros de sociedades secretas, o sacerdote falso vai secretamente para aquele lugar, se encontrar com outros sacerdotes falsos de outras igrejas falsas, e com seu orgulho falso, lá entrega parte do dinheiro do dia anterior para aquela sociedade secreta que veio da Babilônia.

E se um cristão falso telefonou para o sacerdote falso naquele momento que ele estava lá naquele lugar secreto, certamente, o sacerdote falso pessoalmente dará uma desculpa falsa, de que tinha que cumprir sua lotada agenda falsa, e teve de fazer uma visita falsa para um desconhecido falso que nem existe.

Por que será que Segunda-feira a noite não tem culto na igreja? Vai ver é o mesmo motivo pelo qual o pastor “dá o culto” de terno. Já tentou telefonar pro seu pastor, segunda à noite, entre as 20:00 e às 22:00?

Via Verdades Especiais

Gilberto Gil ensinando a meditar

Mais uma da série “Tava na minha cara e eu não vi”. Música muito conhecida por todos, mas, como de costume, a maioria não tem tempo ou interesse de analisar e perceber as “entrelinhas”… Preste atenção!

CALEA: governos podem requisitar dados de usuários para empresas de internet

Alguma surpresa?

De acordo com uma reportagem do New York Times publicada na terça, 16, o FBI, o Escritório Federal de Investigação dos EUA, se reuniu com as grandes empresas de tecnologia do Vale do Silício, entre elas Google e Facebook. O assunto era sobre a ampliação de uma lei que as obrigaria a monitorar seus usuários e informações, e oferecê-las ao Estado sempre que requisitadas.

Eu posso confirmar que o diretor do FBI Robert Mueller visitou o Facebook durante sua viagem ao Vale do Silício”, disse ao jornal norte-americano Andrew Noyes, o gerente de políticas públicas do Facebook. Michael Kortan, um porta-voz do FBI, também confirmou os encontros ao New York Times, mas não divulgou o tema das conversas.

O diretor do FBI Robert S. Mueller e a conselheira Valerie Caproni foram os porta-vozes de um movimento maior que envolve inclusive a Casa Branca. Segundo o The New York Times, uma força-tarefa montada por membros da administração Obama está tentando criar uma legislação sobre o tema e enviá-la ao Congresso no próximo ano.

A tal lei que almejam ampliar é de 1994 e é conhecida como CALEA (Communications Assistance for Law Enforcement Act), que obriga as empresas de telecomunicações a colaborar com a aplicação de leis. A proposta de mudança incluiria a obrigatoriedade a interceptações de informações criptografadas e encaminhamento delas ao Estado.

Se os objetivos forem alcançados, as empresas teriam de criar uma infraestrutura em solo americano que permitisse a interceptação de dados que partiram de países estrangeiros.

Segundo o jornal, o Departamento Comercial e o Departamento de Estado americanos questionaram a movimentação ao redor da lei, apontando áreas que poderiam ser afetadas como a inovação tecnológica. Eles também alertam para a possibilidade de países com governos repressivos usarem a mesma política para identificar inimigos políticos, ou qualquer outra ação que violasse a privacidade dos civis.

O Google não comentou o caso para o jornal.

Via Estadão.

As 10 Estratégias de Manipulação da Mídia

10 Estratégias de Manipulação da Mídia

1. A estratégia da distração

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes.

A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais.

2. Criar problemas, depois oferecer soluções

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3. A estratégia da degradação

Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4. A estratégia do deferido

Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para se acostumar com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5. Dirigir-se ao público como crianças de baixa idade

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade”.

6. Utilizar o aspecto emocional muito mais do que a reflexão

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7. Manter o público na ignorância e mediocridade

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores”.

8. Estimular o público a ser complacente na mediocridade

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9. Reforçar a revolta pela autoculpabilidade

Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10. Conhecer melhor os indivíduos do que eles mesmos se conhecem

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física, quanto psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si amesmos.

Via Destruidor de Dogmas