Vejam este vídeo de alguns de nossos legítimos representantes (vejam rápido antes que “alguém” dê jeito de retirar isso da internet), pessoas que estão onde estão e fazem o que fazem legitimamente, com o aval do povo brasileiro, que foi às urnas e elegeu quem elegeu!
Destaque para as frases:
“Salário de senador não dá para esnobar, de forma nenhuma, riqueza”. Realmente, segundo matéria do G1 sobre os custos dos Senadores um custo aos cofres da União de R$120.000 (cento e vinte mil reais) por Senador (levando-se em conta R$80.000 para assessores; R$15.000 para gastos no escritório; 13º, 14º e 15º salários; mais de R$2.500 de Auxílio Moradia; verba para Correio que pode chegar a R$52.000; fora carro particular com motorista, com direito a quemar 25L de gasolina por dia), é absurdamente inferior ao que um Senador deveria receber. Ficamos sensibilizados e tristes em saber que vocês também têm de lutar suadamente para colocar o pão e o leite na mesa todos os dias.
“A cota de passagens é para uso do Senador a seu critério! Sem prestação de contas!”. Realmente não faz sentido haver uma prestação de contas sobre como o dinheiro do contribuinte é torrado utilizado por aqueles a quem foi confiada à missão de tocar pra frente, com eficiência, ética e transparência, um país como o Brasil. Na verdade, chego a pensar que é justamente o que merece acontece com um país como o Brasil (…).
“Vossa excelência poderia colocar uma BRECHA, aí, para os Senadores poderem procurar a saúde [...] A imprensa está numa onda de denuncismo que pode levar a fechar esta Casa do Congresso [...] Eu acho que, daqui a pouco, nós estamos recebendo vale transporte”. De repente seria bom, mesmo, vocês receberem vale transporte, colocarem seus filhos em escolas públicas e os levar também em hospitais públicos quando estiverem doentes. Aliás, será que uma Lei impondo que parentes até de 2º grau de Senadores seriam obrigados a somente se consultarem em hospitais públicos e a estudar em colégios públicos surtiria algum resultado em nossa atual conjuntura político-social? Quem sabe…
Ah! E percebam a palavra “BRECHA”! Ele não falou com tanta ênfase provavelmente por estar acostumado a ela; eu é quem destaquei para não passar despercebido…